quarta-feira, 20 de junho de 2012


Amor aos Animais

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Prece Inicial


Contar a História Um presente especial.


Contar para as crianças que além dos animais domésticos também existe os animais selvagens.  Dizer que animais selvagens devem viver na natureza e os domésticos nos podemos ter em casa. Mostrar os animais aleatoriamente e perguntar se eles sabem o nome deles e se são doméstico ou selvagem.



 






A imagem da cobra foi colocada de forma provocativa, as crianças disseram que a cobra é feia, é do mal e etc. Usei esse momento para dizer que devemos respeitar e cuidadar de todos os animais que Deus criou.


Diálogando breve com os pequeninos.


Quem criou os animais?

Os animais ficam tristes ou alegres? Os animais possuem sensibilidade e sentem alegria e tristeza de acordo como são tratados.



Quem tem animais de estimação é responsável por eles. Deve dar condições para que vivam bem, como água, comida e muito carinho.
 

Os animais têm papel importante na criação de Deus e somos responsáveis por nossas atitudes perante eles.
 

Devemos tratar todos os animais com respeito, não os abandonando nas ruas quando estiverem velhos ou doentes.
 

Perguntar quem tem bichos de estimação e como tratam os seus animais.


Em seguida dei as imagens para que eles pintassem, como o maternal termina a pintura muito rápido, seguimos para proxima atividade... Montar um porta retrato com sua familia, reforçando que os animais de estimação devem ser bem tratados, pois fazem parte da família. Essa atividade foi mais demorada, e trabalhosa mais ocorreu tudo bem.



Aula dada dia 20/05/12

quinta-feira, 31 de maio de 2012


Um presente especial

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Ioni é uma senhora muito bonita e legal. Ela mora em uma casa com um lindo jardim. Seu marido se chama Flávio e ela tem dois filhos: Flávia e Bruno.
Um dia, quando Ioni chegou em casa do trabalho, ela ouviu um barulho diferente: um miado. Olhou melhor e viu uma linda gatinha, sentada perto da porta de sua casa. Parecia que a gatinha estava pedindo ajuda.
Ioni, que gosta muito dos animais e tinha três gatos quando era menina, logo pegou o bichinho no colo: ela fez um carinho na gata e deu a ela comida e água.
As crianças, que também gostam de animais, adoraram a nova moradora da casa. Todos passaram então a cuidar de Zelda, como foi chamada a gata. E a gatinha adorou a nova casa! Ioni fez para ela uma caminha e todos os dias antes de ir trabalhar Zelda se despedia dela se enroscando nas pernas da nova dona.
Ioni percebeu, com o passar dos dias, que Zelda estava cada vez mais gordinha e barriguda: ela estava grávida. Assim, num belo sábado de manhã, nasceram três lindas gatinhas. Zelda cuidou delas, dando de mamá e lambendo as gatinhas. Flávia e Bruno providenciaram uma caminha para os filhotes, mas elas dormiam todas juntas com a mamãe gata.
Logo que as gatinhas nasceram a família não deu nome a elas, mas cada um se responsabilizou pelos cuidados e carinhos de uma delas. Ioni, a mãe, continuou cuidando da gata mãe, chamada Zelda. Flávia quis cuidar da gata preta com listras brancas, Bruno ficou responsável pela menorzinha, que era quase toda preta, e Flávio, o pai das crianças ficou responsável pela gata branca. Assim, ainda sem nome, elas eram chamadas a gata do Flávio, a gata do Bruno e a gata da Flávia.

Eles não conseguiam decidir que nomes dariam as novas moradoras da casa. Por isso, depois de algumas semanas do nascimento das gatinhas, em uma noite quente de verão, a família se reuniu no jardim da casa para escolher os nomes. Foi uma noite especial: Ioni preparou cachorro-quente para toda a família e leite para as gatinhas e para Zelda, que observava tudo deitada no gramado.
Enquanto a família decidia sobre os nomes, Zelda escutava atenta: quando diziam um nome que ela não gostava, a gata não se mexia, mas quando falavam um nome legal, ela fazia um carinho nas pernas de Ioni. Assim, as gatas receberam o nome de Nina (gata da Flávia), Raica (gata do Bruno) e Mimosa (gata do Flávio).
As gatinhas estão crescendo fortes e lindas, já receberam as vacinas e foram ao veterinário, pois Ioni e sua família sabem que para ter bichos de estimação é necessário cuidar deles com muita dedicação e amor, pois os animais são presentes de Deus para os seres humanos.




terça-feira, 29 de maio de 2012


De quem é a culpa?

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Sabemos que a infância é o momento que os pais e responsáveis tem para instruir seus filhos moldando-lhes o caráter para a sua vida futura, mas isso tudo passa a ser sacrificado devido a necessidades na visão dos pais de mais urgência.


Encontramos em muitos livros de educação infantil, que esse é período no qual a criança mais precisa de acompanhamento por parte de seus pais, porém o próprio sistema empurra os pais para fora do lar em busca de sustento não só para ele, mas também para os filhos.


Encontramos-nos em uma encruzilhada, no qual escolher um caminho a seguir significa deixar de lado outras aquisições. E infelizmente para muitas famílias a escolha não lhes é possível. Pois a necessidade de sustentar não permite que escolha como passar mais tempo com os próprios filhos não lhes seja permitida.
Enfim, a quem iremos responsabilizar pelo consumismo infantil de nossos filhos?
Os pais por terem de trabalhar para sustentar a sua família?
As crianças por quererem aquilo que lhes parece bom?
O grupo social que incute que para ser aceito precisa-se ter algo?
As pessoas que cuidam das crianças, que também tem outras atividades?
A própria mídia que se aproveita de tudo isso?
Bem, cada caso é um caso... então isso fica para os pais refletirem.
Para diminuir esses casos recomendo que sigam os seguintes passos.
Confira algumas boas razões para você passar a fazer as contas da casa junto com seus filhos
Todos saberão qual é o real poder de compra da família.
O objetivo do orçamento, nesse caso, é fazer com que cada um tenha consciência das receitas e despesas da casa. Se os filhos já trabalham, podem ajudar os pais pagando a conta de telefone, por exemplo. No caso de filhos menores, eles podem participar do orçamento abrindo mão de alguns gastos desnecessários.
Decidir juntos se há condições, ou não, de assumir novas despesas.
Dessa forma, fica muito mais transparente e menos desgastante aquela tradicional conversa com os filhos sobre a compra de uma roupa nova ou sobre a viagem com colegas da faculdade. Tendo consciência do quanto, literalmente, sobra ou falta no fim do mês, tudo se torna mais simples.
Combater o desperdício.
Como numa dieta, todos ficarão mais atentos aos limites do orçamento e apoiando as decisões um do outro com relação aos objetivos de vida. As compras no supermercado tendem a se tornar mais controladas, bem como o uso do carro, do telefone ou da energia elétrica.
Passar menos “aperto” no fim do mês.
Controlando bem as despesas e cortando os gastos desnecessários, a receita familiar começa a cobrir melhor os compromissos financeiros. No entanto, caso isso se torne difícil de acontecer, é aconselhável que, juntos, identifiquem se não está na hora de encontrar fontes alternativas de renda, ou, então, de buscar oportunidades de emprego com salário maior.
Poder construir um patrimônio.
Com o passar do tempo, como efeito de um orçamento bem executado, as economias começarão a aparecer. Isso significa que é hora de gastar? Não: é hora de investir o dinheiro e pensar na construção ou ampliação do patrimônio familiar.
Educar e unir a família.
Criando em casa a consciência do quanto é importante gerenciar o uso do dinheiro, a família se tornará mais unida e aprenderá a conversar mais, planejar mais e manifestar suas opiniões ao grupo. Além de cultivarem maior respeito pela opinião alheia, todos se tornarão, independentemente da idade, financeiramente responsáveis.

Fontes: Portal de Ideias,  Diga não a erotização infantil


sexta-feira, 25 de maio de 2012


Reformas...

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Ola gente, vim aqui primeiramente pedir desculpas pela minha ausencias desde abril... vem acontecendo muitas coisas na minha vida boas e ruins... mas faz parte, acho que é uma fase de transição para algo novo do qual eu não tenho ideia. E com tanta coisa acontecendo também quis trazer mudanças para o blog, não será o layout que irá mudar até porque eu gosto muito dele... e sim as coisas que escrevo, eu pensava muito mais nos leitores do que em mim, escrevi de maneira universal que não tem sido fácil, então sabe de uma coisa, o blog é meu, e se eu não deixa-lo do jeito que gosto qual seria a minha motivação? pensei bastante e agora vou mudar, não só os novos posts serão escritos diferentes mas também os antigos serão atualizados. Quem não gostar da mudança, nada poderei fazer e se quiser deixar de seguir não ficarei chateada.... mas tenho certeza que com a mudança irei atrair novas...

sábado, 28 de abril de 2012


Crianças rebeldes, como lidar?

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Eliminar as más tendências não é nada facil. Mas com duas medidas de amor, duas de pasciência, duas de preseverança e uma de carinho conseguimos achar uma solução para esse tipo de problema.

Há aqueles filhos simpáticos, pacíficos e obedientes, surgem também aqueles outros que, desde a primeira infância, já começam a provocar peocupações, irritações, tenções emocionais, aborrecimentos, angústias e canseiras fisícas e psíquicas, por apresentarem um temperamento forte de rebeldia e desobediência. É de fato uma árdua missão de educar os seus sentimentos complexos e confusos no caminho do bem.

A primeira atitude construtiva dos pais, ante os filhos problemáticos, é desenvolver em si mesmos a sublime compreensão, para não se deixarem dominar pela revolta e amargura, julgando que são infelizes e perseguidos pela má sorte.

Santo Agostinho retrada com emoção o drama de mãe e filho.

"Não escorraceis, pois, a criancinha que repele sua mãe, nem a que vos
paga com a ingratidão; não foi o acaso que a fez assim e que vo-la deu."

Teremos sempre os filhos que precisamos e merecemos, dentro dos estatutos da justiça divina. Se tens filhos insuportáveis e nos julgamos fracos para superarmos tantos atritos no coração, ao invés de desespero e nervosismo e pessimismo, é hora de compreendermos que Deus está nos dando a oportunidade abençoada de realizarmos nossos deveres educativos, embora espinhosos, sem abondonarmos a fé, o amor, a paciência, o perdão incondicional e a compaixão verdadeira entre eles. Quanto maiores forem as dificuldades suportadas com abnegação e humildade, maior será também o mérito do pai e da mãe, perante Deus.

Juntos a eles muito valerá prosseguir sofrendo, mas educando; chorando, mas abençoando; suportar espinhos de inconpreensão, mas dando rosas perfumadas de carinho; experimentar ingratidão, mas continuar amparando; pois o único meio de vencer o mal é preservar nas tarefas de amor, apesar de todas as contrariedades no lar. Empreenda esforços fazendo com que eles assimilem alimentos espirituais que iluminem a inteligência e o coração: o amor a Deus, o pão da bondade, a régua da disciplina, a energia da ordem, a luz do diálogo amigo, a esponja do perdão permanente, o incentivo ao trabalho construtivo, a eficácia da obediêncai e adiginidade do respeito a proximo.

Fontes: Educadores do coração