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terça-feira, 29 de maio de 2012


De quem é a culpa?

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Sabemos que a infância é o momento que os pais e responsáveis tem para instruir seus filhos moldando-lhes o caráter para a sua vida futura, mas isso tudo passa a ser sacrificado devido a necessidades na visão dos pais de mais urgência.


Encontramos em muitos livros de educação infantil, que esse é período no qual a criança mais precisa de acompanhamento por parte de seus pais, porém o próprio sistema empurra os pais para fora do lar em busca de sustento não só para ele, mas também para os filhos.


Encontramos-nos em uma encruzilhada, no qual escolher um caminho a seguir significa deixar de lado outras aquisições. E infelizmente para muitas famílias a escolha não lhes é possível. Pois a necessidade de sustentar não permite que escolha como passar mais tempo com os próprios filhos não lhes seja permitida.
Enfim, a quem iremos responsabilizar pelo consumismo infantil de nossos filhos?
Os pais por terem de trabalhar para sustentar a sua família?
As crianças por quererem aquilo que lhes parece bom?
O grupo social que incute que para ser aceito precisa-se ter algo?
As pessoas que cuidam das crianças, que também tem outras atividades?
A própria mídia que se aproveita de tudo isso?
Bem, cada caso é um caso... então isso fica para os pais refletirem.
Para diminuir esses casos recomendo que sigam os seguintes passos.
Confira algumas boas razões para você passar a fazer as contas da casa junto com seus filhos
Todos saberão qual é o real poder de compra da família.
O objetivo do orçamento, nesse caso, é fazer com que cada um tenha consciência das receitas e despesas da casa. Se os filhos já trabalham, podem ajudar os pais pagando a conta de telefone, por exemplo. No caso de filhos menores, eles podem participar do orçamento abrindo mão de alguns gastos desnecessários.
Decidir juntos se há condições, ou não, de assumir novas despesas.
Dessa forma, fica muito mais transparente e menos desgastante aquela tradicional conversa com os filhos sobre a compra de uma roupa nova ou sobre a viagem com colegas da faculdade. Tendo consciência do quanto, literalmente, sobra ou falta no fim do mês, tudo se torna mais simples.
Combater o desperdício.
Como numa dieta, todos ficarão mais atentos aos limites do orçamento e apoiando as decisões um do outro com relação aos objetivos de vida. As compras no supermercado tendem a se tornar mais controladas, bem como o uso do carro, do telefone ou da energia elétrica.
Passar menos “aperto” no fim do mês.
Controlando bem as despesas e cortando os gastos desnecessários, a receita familiar começa a cobrir melhor os compromissos financeiros. No entanto, caso isso se torne difícil de acontecer, é aconselhável que, juntos, identifiquem se não está na hora de encontrar fontes alternativas de renda, ou, então, de buscar oportunidades de emprego com salário maior.
Poder construir um patrimônio.
Com o passar do tempo, como efeito de um orçamento bem executado, as economias começarão a aparecer. Isso significa que é hora de gastar? Não: é hora de investir o dinheiro e pensar na construção ou ampliação do patrimônio familiar.
Educar e unir a família.
Criando em casa a consciência do quanto é importante gerenciar o uso do dinheiro, a família se tornará mais unida e aprenderá a conversar mais, planejar mais e manifestar suas opiniões ao grupo. Além de cultivarem maior respeito pela opinião alheia, todos se tornarão, independentemente da idade, financeiramente responsáveis.

Fontes: Portal de Ideias,  Diga não a erotização infantil


terça-feira, 6 de dezembro de 2011


Criança Consumista - Parte 2/2

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Olá gente, ate que enfim terminei de fazer a segunda parte. Relembrando um pouco, na primeira parte desse assunto eu falei das consequências de dar uma conpensação material aos filhos e algumas soluções, veja o post inteiro aqui... com a dica de Carla uma leitura do blog descobri novas informações preciosas referente a esse assunto e como a postagem anterior já esta meio grande dividi ele em duas partes.

O nome do video é "A história das coisas" muito bacana e bastante simples para o entendimento das crianças, mostre ao seus filhos.





Esse video se chama "Criança, a alma do negócio" abaixo é mais para um alerta aos pais. Esse video já um pouco maior, mas vale muito a pena e acredito que seja de grande importância aos pais assisti-lo.







domingo, 20 de novembro de 2011


Criança Consumista - Parte 1/2

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Olá gente, sempre tive vontade de fazer um blog com esse tema... demorou mais saio e estão muito feliz e esse é o post de inauguração do blog rsrsrs, mas vamos direto ao assunto.


Ninguém nasce consumista. E não dá para dizer que consumo é sempre algo negativo. O problema é quando isso vira um (mau) hábito e acaba tomando o lugar de outras coisas mais importantes. Ainda mais quando estamos falando de crianças. o consumismo começa a se desenvolver sempre que um pai ou uma mãe bem-intencionados, mas sem tempo para o diálogo fazem a vontade dos filhos na compra de algo, mesmo julgando desnecessário. A criança pede, os pais se acham negligentes e lá vêm os presentinhos na expectativa de se redimirem pela falta de tempo. 




A compensação material é quase sempre desastrosa porque se está dando dinheiro a uma criança que pede atenção e carinho. A culpa dos pais não desaparece e as crianças tornam-se consumidoras sem limites e chantagistas. “Dizer ‘não’ é cuidar para que os filhos entendam o valor das coisas Tudo que vem fácil vai fácil. Não é por acaso que o consumismo está relacionado à ideia de devorar, destruir. Passados dois dias, a criança já esqueceu aquele brinquedo, que se amontoa em casa e acaba indo para o lixo. 



Como pais e educadores devemos ter muito cuidado no desenvolvimento da criança para não torna-las consumistas. Esse consumo de bens supérfulos não há uma necessidade a ser comprida e sim o desejo de posse, individualismo, consumo sem necessidade que a mídia transmite. Se não controladas essas influências e fazemos esse tipo de coisa um hábito, transformaremos nosso filhos materialistas e se por alguma imprevisto não podermos cumprir esses desejos causam grandes prejuízos psíquicos. As pessoas materialistas tende a ser menos satisfeitas pela vida, pelo fato de sempre querer adquirir novos bens e mais experiências e nem sempre é possível consegui-las, empatando essa pessoa a ser feliz. Então o que fazer? Vamos refletir sobre essa questão: Os pais que vivem em função de dar presentes para seus filhos são lembrados por um momento. Os pais que se preocupam em dar a sua história aos seus filhos se tornam inesquecíveis. 



Adquira o hábito de abrir seu coração ao seus filhos, de vez enquanto chame um deles sozinho(um por vez, não esqueça de fazer isso com todos os seus filhos) e almoce  ou faça programas diferentes com ele. Diga o quanto ele é importante para você, diga o quanto você lutou para ter o que tem, pergunte sobre a vida dele, fale sobre seu trabalho, histórias do passado, de sua infância, dos seus medos antigos e como os superou, sua dificuldades na vida, estimule a se abrir com você. Deixe eles participarem de sua vida, sabe o que vai acontecer? Eles se apaixonarão por você. Terão prazer em procura-lo em estar perto de você. Se houver ma crise financeira, perdas e dificuldades poderão abalar a relação de vocês, mas se ela tem alicerces nada ira destrui-la.


Fontes: Pais Brilhantes e Professores fasciantes de Augusto Cury, Comportamento do consumidor de Mário Ernesto René Schweriner e a revista Atitude Sustentavel artigo "Quando o consumo vem do berço" por Carolina Gomes